HOME
Gastronomia, Cultura e Arte
Menu
Selecione o tipo de busca:
Notícias | Textos dos Colunistas | Entrevistas
BETA
mais lidas
As uvas
Peru - Nova onda gastronômica
Slow Food
Transgênicos
D.O.C. para Chocolates
 
Davi Moreno
André Friedheim
Chef Carlos Madeira
Cynthia Ditchfield
Chef André Boccato
José Luiz Giorgi Pagliari
 

mais lidas
  • Sadia é a indústria de alimentos que gera mais empregos do Brasil
  • Cliente da Água Doce Cachaçaria já pode pagar sua conta pelo celular
  • Uma receita de muitos prazeres: Mesa de Cinema Santos
  • Domno do Brasil aposta em dois segmentos: espumantes e importados
  • 1º Encontro de Hotéis e Restaurantes reúne profissionais em São José dos Campos
  • Chef Carlos Madeira

    Desde 2002 é chef internacional do Azeite Gallo, onde presta consultoria e realiza cursos de culinária. Diretor da Associação de Chefs em Portugal, Carlos Madeira colaborou por dois anos, com a Fundação Portuguesa de Cardiologia elaborando todos os livros de receitas saudáveis. Fez parte do corpo docente da escola de Hotelaria de Lisboa por 11 anos e, atualmente, leciona Gastrotecnia na Universidade Atlântica. Além disso, Carlos Madeira realiza em Portugal cerca de 10 cursos/aulas/workshops por mês.


     

    Simplicidade de sabores ao azeite português
    01/04/2007 00:00
     

    por Andre Antivilo

    Em recente visita ao Brasil para divulgação dos segredos do tradicional bacalhau, o chef oficial dos Azeites Gallo, Carlos Madeira, concedeu entrevista exclusiva ao Alimentares. Veja-a abaixo:

    Chef internacional do Azeite Gallo cria receita inédita de hambúrguer de bacalhau

    Alimentares: Sendo diretor da Associação de Chefs de Portugal, como o senhor percebe o desenvolvimento da gastronomia brasileira no trabalho de chefs portugueses? Existe esse tipo de intercâmbio profissional?

    Carlos Madeira: A minha relação com o Brasil é a melhor possível. Desenvolvi alguns pratos interessantes com ingredientes brasileiros, como a vossa boa carne, castanhas do Maranhão e outro de Moqueca de peixe e marisco. Para mim a gastronomia brasileira tem uma característica comum com a portuguesa, a qualidade das matérias primas e a simplicidade da confecção.

    Alimentares: O que o senhor mais vislumbra no preparo de peixes e frutos do mar?

    Madeira: O sucesso de uma confecção começa na fase de escolha do produto para cozinhar, que é o azeite. Quero com isto dizer que quando iniciamos uma confecção é primordial escolher o melhor produto. É tão importante ter de início a qualidade como no final, não fazendo sentido começar uma confecção com uma gordura “fraca” (óleos convencionais), para no final utilizarmos um produto premium. Devemos ser coerentes na confecção! Meu lema é: “Simplicidade de confecções junto com a sofisticação de sabores”.  O mais importante é unir o envolvimento de sabores, (sem anulação de nenhum deles), acentuar as texturas (principalmente os crocantes) e manter os pratos visualmente atractivos. A escolha de um azeite, especialmente o extra-virgem, com um sabor acentuado mas requintado deve ser o primeiro momento ao pensar uma receita, pois todo o aroma e gosto será conseguido.

    Alimentares: No Brasil, como o senhor avalia os restaurantes, principalmente em São Paulo, típicos de culinária portuguesa?

    Madeira: Quando venho à São Paulo, primo pela escolha de restaurantes típicos de comida brasileira. Logo, não tenho como avaliar.

    Alimentares: O Azeite Gallo é um dos azeites mais conhecidos na mesa dos brasileiros. Existe algum produto novo diferenciado para celebrar esse sucesso e as novas tendências de mercado?

    Madeira: A gama no Brasil estende-se ao Gallo Puro de Oliva e ao Gallo Extra Virgem. O brasileiro ainda está aprendendo a cultura portuguesa do azeite, que utiliza o óleo em toda a culinária. Em datas de oportunidades, trazemos algumas novidades de Portugal ao Brasil. Como em novembro de 2006, o Brasil recebeu o Gallo Azeite Novo, um produto premium de edição limitada. Feito das primeiras azeitonas da colheita 2006-2007, de sabor intenso e levemente picante, o produto tem acidez de 0,3%, é extraído a frio, embalado em vidro escuro (para preservar a qualidade), com edição limitada e garrafas numeradas.


     
     

     

     
    Leia outras entrevistas:
  • Pizza em cone para inovar

  • Franquias alimentares

  • Simplicidade de sabores ao azeite português

  • Embalagens comestíveis e ativas

  • Gastronomia, jornalismo e o Brasil para o mundo

  • O mercado dos vinhos brasileiros
  • TOPO

     

    Saiba mais sobre o Alimentares Envie sua mensagem Política de privacidade e relacionamento Cadastre-se GRÁTIS!